Notas sobre os factos mais marcantes da Vida de Marcelino dos Santos: Ainda na sua adolescência Marcelino adopta a causa do nacionalismo e da luta contra o colonialismo e o fascismo.

É assim que, ainda em Lourenço Marques, publica no Brado Africano os seus primeiros textos de poesia de combate, com os pseudónimos de Lilinho Micaia e Kalungano, para despistar a polícia política (PIDE).

Depois já em Lisboa (1948 – 1951) volta a publicar, ainda com os mesmos pseudónimos, novos textos de poesia de combate, em duas antologias da Casa dos Estudantes do Império. Ele foi considerado um dos mais distintos autores da poesia de combate, que vieram a inspirar outras gerações de escritores. Nesta altura, em Lisboa, ele também se distingue pela sua militância na Casa dos Estudantes do Império (CEI) e no Centro de Estudos Africanos (CEA).

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