INQUÉRITO: Como gere as contas em tempo de pandemia?

Nos últimos meses, assiste-se no país ao aumento de preços de bens e serviços essenciais, facto que está a tornar o custo de vida mais elevado. Neste contexto, domingo saiu à rua para ouvir dos munícipes como é que está a ser a gestão das contas, face ao aumento de preços.

COMPRO SOMENTE O BÁSICO

- Carolina Machel, trabalhadora por conta-própria

Não tem sido fácil lidar com a subida de preços, nesta altura de crise em que nos encontramos. A cada dia que passa, o cenário tende a piorar. Se há poucos meses eu gastava em torno de cinco mil para fazer o rancho de casa, hoje tenho de ter em torno de nove mil somente para o básico.

Esta situação está a deixar-nos mal, porque o salário não altera e pior para nós que dependemos de negócios. Contudo, porque alimentação é uma necessidade e o dinheiro é pouco, só posso comprar somente o básico.

TRABALHO MAIS PARA SUPRIR AS NECESSIDADES

- Armando Mabunda, pedreiro

Praticamente, houve aumento do preço de todos os produtos. É triste, porque estamos em crise, e muitas pessoas não trabalham. Agora o rancho é incompleto.

Antes, conseguia de uma só vez comprar tudo o que era necessário para o mês, mas agora temos de nos virar, trabalhar mais para conseguir comprar o suficiente para alimentar a família. Não tem sido fácil, porque com a crise não há trabalho. Leia mais...

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