INQUÉRITO: O que pensa sobre leigo, não burro! retoma das actividades?

O Presidente da República, Filipe Nyusi, anunciou quarta-feira última um novo estado de emergência por mais 30 dias, com início à zero hora de 8 de Agosto e fim às 23.59 horas de 6 de Setembro de 2020. No entanto, o novo decreto presidencial já avalizado pela Assembleia da República prevê o relaxamento gradual das restrições em três fases. É sobre esta matéria que domingo foi à rua colher a opinião dos leitores.

 Foi uma decisão acertada

 - Dalila Juma, reformada

 Acho que foi uma decisão acertada na medida em que permitirá o alívio de estresse das pessoas. Contudo, reconheço que também vai exigir de nós mais responsabilidade individual porque os números nos mostram que  ainda não estamos a ter esta  responsabilidade. As pessoas precisam de perceber que a vida deve continuar, mas sem nos prejudicarmos uns aos outros.

 Prevenção deve continuar

  - Hélio Salate, funcionário público

 Este alívio é bom. Estava difícil ter quase todos os estabelecimentos fechados às 17.00 horas. Temos de  perceber que esta pandemia está a afectar todo o mundo e cabe a nós saber lidar com esta nova realidade, porque a vida deve continuar. Está em jogo também a nossa economia. Mas, sublinho, as medidas de prevenção não devem ser postas de lado.

Abertura tem de ser gradual

 - Ferrinho Cinco,  primeiro-sargento

 O relaxamento das medidas de forma gradual é uma boa decisão, pois o número de pessoas contaminadas diariamente não pára de subir. É assustador. O aumento do número de infectados é resultado, na minha opinião, da inobservância das medidas de prevenção. Por isso, não poderíamos nos precipitar em reabrir tudo de uma vez.

 Preocupada com as escolas

 -Arsénia Macuacua, estudante e trabalhadora

 Devemos reconhecer que há um risco de aumento de infecções, sobretudo, no sector de ensino. Estou preocupada, pois grande parte das escolas ainda não está suficientemente preparada para  receber estudantes. Tendo em conta que já estamos quase no final do ano, penso que nestes últimos meses devia-se deixar as escolas prepararem devidamente as condições de higiene para retomarem com segurança em Janeiro. Leia mais...

 

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