O Comité de Basileia lançou, recentemente, o índice referente ao presente ano no qual Moçambique é apontado como o mais vulnerável ao branqueamento de capitais, financiamento ao terrorismo, tráfico de drogas, entre outros. Em entrevista ao domingo, Armindo Ubisse, director do Gabinete de Informação Financeira de Moçambique (GIFIM), admite que há vazios na nossa legislação, mas também diz que os avaliadores exageraram.

Segundo o entrevistado, o Comité de Basileia não levou em conta que o país atravessou um longo período de guerra que desestruturou a economia colocando grande parte da população à mercê de criminosos que lhe estimulam a práticas ilícitas.

Também aponta que há reformas que estão em curso em vários domínios legais que vão permitir que o Estado tenha melhor controlo sobre as movimentações financeiras e patrimoniais dos seus cidadãos. Eis os principais excertos desta entrevista.

O Índice de Basileia 2019 coloca Moçambique no topo dos mais vulneráveis à acção de criminosos internacionais. Como olha para esta posição? Leia mais...

Texto de Angelina Mahumane

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