Barulho. A palavra re­sume o essencial do que está a suceder na gestão daquele que é considerado o maior porto natural de águas profun­das da costa oriental africana.

O Corredor de Desenvolvi­mento Norte (CDN) luta pela renovação da concessão junto do Governo quando o rastilho foi acendido em torno de um processo que poderá reverter a gestão para a SDCN, que inclui os CFM e outros investidores nacionais.

Os contratos de concessão do Porto de Nacala e Linha Norte foram assinados no ano de 2000 e a gestão efectiva dos empreendimentos pela con­cessionária CDN iniciou em Janeiro de 2005.

 A concessão do porto ter­mina próximo ano, compe­tindo ao Governo definir no­vos termos de concessão ou então devolver a gestão do empreendimento aos CFM, empresa pública, a primeira que esteve ao leme do empre­endimento.

A gestão foi confiada ao CDN, actual concessionaria. é contestada, sobretudo, pela ausência de investimentos em infra-estruturas concessiona­das e pela acumulação de pre­juízos ao Estado.

Texto de BENTO VENÂNCIO
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