Em apenas uma semana, o Serviço Nacional de Migração (SENAMI) registou um aumento em mais de 100 por cento do número de cidadãos cuja entrada no território moçambicano foi recusada por irregularidades de vária ordem.

Com efeito, foi negada a entra de 63 cidadãos estrangeiros com destaque para paquistaneses, egípcios, somalis, camaroneses e nigerianos.

As províncias que registaram o maior número de impedidos foram Maputo-cidade  (66) por cento, Maputo-província (21) por cento e Cabo Delgado (4) por cento.

Segundo o porta-voz do SENAMI, Celestino Matsinhe, maioritariamente, a recusa se deveu ao uso de passaportes e/ou vistos falsos e falta de clareza quanto aos motivos da vinda ao país.

Ainda no período em análise o SENAMI registou uma redução do movimento migratório globalnos postos de travessia nacionais,na ordem de 34 por cento, o que corresponde a 114.227 viajantes contra 172.696 da semana anterior.

Dezanove cidadãos estrangeiros foram expulsos semana finda, pelo Serviço Nacional de Migração por falta de clareza quanto aos motivos de vinda ao país.

Trata-se de nove paquistaneses, oito egípcios, sete somalianos, sete camaroneses e sete nigerianos, que tentaram entrar na fronteira se porte de passaporte e outros com vistos falsos.  

O SENAMI registou+ uma redução no movimento migratório, num movimento global de 114.227 viajantes contra 172.696.

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