Os funcionários da Empresa Moçambicana de Dragagens (EMODRAGA) respiraram de alívio há dias quando souberam  que as dragas que foram arrastadas pelo ciclone Idai não sofreram mais do que amolgadelas e estão aptas e operar. Inclusive, já se cogita a possibilidade de concorrer para dragar os portos de Maputo e de Quelimane.

O rosto mais visível do alívio que se vive na EMODRAGA é o do próprio Presidente do Conselho de Administração, Domingos Bié, que foi empossado ao cargo há cerca de dois anos e que dirigiu as delicadas e onerosas operações de restauro total das dragas Alcântara Santos e Aruangwa.

Bié prefere não se referir aos valores investidos na reconstrução das dragas que o vento levou para o mangal que está a muitas milhas do local onde tinham sido amarradas porque, segundo ele, “reparações navais não são baratas”. Tentamos fazer um jogo de números para ver se ele se desfazia mas, nicles. Recusou redondamente.

Mesmo assim, ficamos a saber que a draga Alcântara Santos existe há mais de 10 anos e a Aruangwa tem acima de 20 anos e já estava a caminho do abate. Em ambas as embarcações foi necessário renovar todo o casco, importar e trocar todos os assessórios dos motores, portas de fundo e das máquinas de dragagem. Só por isto se percebe que foram consumidos alguns milhões de dólares.

Texto de Jorge Rungo

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