ENSINO SUPERIOR: As voltas do regulamento antes de afastar licenciados

O afastamento de docentes com o nível de licenciatura nas instituições do ensino superior, a partir do próximo ano, está a atiçar acalorados debates nas universidades, nos institutos politécnicos, nas redes sociais e não só.

Subsiste a ideia de que na sua maioria são os docentes licenciados que alimentam grandemente o subsistema e o seu afastamento suscitaria interrogações relativamente à sua sustentabilidade e continuidade.

domingo investigou o tema. Constatou que, de facto, grande parte das instituições do ensino superior continua a apostar nos licenciados para a formação de futuros licenciados, tanto no ensino público como no privado.

A pergunta que se coloca é: as universidades e institutos politécnicos foram encontrados em contra-pé pelo decreto? Não foram previamente avisados que deviam apostar na formação dos seus docentes?

Nas linhas que seguem esmiuçámos o que se passou desde a década passada no tecido normativo deste subsistema.

No essencial, apurámos que desde o ano de 2009 a reflexão sobre a questão de docentes no ensino superior foi levantada, passando, portanto, onze anos que as instituições do ensino superior deveriam ter investido na formação do seu corpo docente e, ainda, ter a racionalidade de privilegiar sempre a admissão de docentes qualificados com os graus de mestrado e doutoramento. Leia mais...

TEXTO DE BENTO VENÂNCIO

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