Salto à corda regressa com Paris Max Freestyle

Quatro anos depois, o salto acrobático à corda regressa às competições internacionais, após ter anunciado a sua paralisação em 2017, aquando da conquista do tricampeonato mundial da modalidade. Na altura, a Federação de Ginástica de Moçambique (FGYM) queixava-se da falta de apoio sempre que se deslocasse às competições internacionais.

Na sexta-feita, a FGYM rubricou, na Escola Secundária Francisco Manyanga, na cidade de Maputo, um memorando de entendimento com a empresa Bayport, que lhe permitirá participar na primeira edição internacional do Paris Max Freestyle, um evento multidesportivo (salto acrobático à corda, breakdance, dança, skate, entre outras modalidades) a disputar-se entre os dias 25 e 28 de Setembro do corrente ano.

Moçambique vai participar na versão do salto acrobático à corda, na vertente de batalhas. A equipa nacional será representada por Elves Tembe, por sinal presidente da FGYM, e dos atletas Júnior Moiane e Henriques Mula. Além de competir, Elves Tembe foi convidado a fazer demonstrações no “workshop” sobre salto acrobático à corda.

O evento, organizado pela França, foca-se nos países africanos, alguns dos quais já confirmaram a sua presença, tais são os casos de Moçambique, Camarões, África do Sul, Guiné, com possibilidade de outros países africanos juntarem-se à prova, que exige excêntricas habilidades dos seus participantes.

A anfitriã França, que também estará em prova, responsabiliza-se pelos custos do evento, desde as passagens ao alojamento. Assim, o conjunto nacional cinge-se apenas à aquisição do equipamento para a competição e outras despesas internas para a preparação, garantidas com o encaixe de pouco mais de sessenta mil Meticais da Bayport.

A partir deste apoio, há a possibilidade de retoma efectiva do combinado nacional em “Mundiais”. Desde que Moçambique deixou de participar em eventos internacionais da modalidade realizou três competições de batalhas na vertente de salto acrobático à corda, sempre com África do Sul e eSwatini como convidados. Os dois atletas (Júnior Moiane e Henriques Mula) que se juntam a Elves Tembe sempre participaram nas referidas batalhas.

O único adversário que poderá colocar o combinado nacional em grandes dificuldades é a própria França, um crónico candidato ao pódio da modalidade. Ainda assim, os atletas nacionais estão confiantes em alcançar o topo do pódio.

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