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Do tiro de “canhão” de Calton à fuga do Maxaquene do Estádio da Machava

Maio 02, 2021 479

Depois de conquistar a Taça de Moçambique, na sua primeira edição, em 1978, o Maxaquene, que disputou a primeira Taça das Taças de África (hoje chamada Taça CAF ou Taça Nelson Mandela), em 1979, mas caindo aos pés do Sotemá de Madagáscar, com agregado de 4-0 (0-3, em Maputo e 1-0, em Antananarivo), viu, também, nesse ano, o Costa do Sol conquistar o seu primeiro campeonato, depois do Textáfrica (1976), Desportivo (1977 e 1978).

No ano seguinte (1980), bastava ao Maxaquene, treinado por Mário Coluna, que tinha na sua equipa técnica Júlio Rito (treinador de guarda-redes), na derradeira fase do campeonato, que, pelo menos, empatasse diante do Desportivo para consagrar-se campeão. Era um desafio enorme para as hostes maxaquenenses, que com Nuro Americano à baliza, Tinga, Joaquim João, Sábado e Mandito no sector defensivo, Brito, Naldo e João Ouana, na intermediária, Dover, Hermínio e Cremildo, na frente de ataque, no sistema de 4X3X3, estavam confiantes num bom resultado, mesmo fazendo frente a um Desportivo de Estêvão; Nuro “Badjia”, Aurélio, Miguel dos Santos e Frederico; Calton, Cabral, Urbano e Dique; Manuel e Sitoi, jogando em 4X4X2, dando aos “alvi- -negros” mais labor, concretamente no meio-campo.

Como lhe impunha, o Maxaquene lançou-se deliberadamente ao ataque no início da partida, puxado pelo apoio dos seus adeptos que se preparavam para conquistar o seu primeiro campeonato após a independência. Leia mais...

TEXTO DE JOCA ESTÊVÃO

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