
No ano seguinte (1980), bastava ao Maxaquene, treinado por Mário Coluna, que tinha na sua equipa técnica Júlio Rito (treinador de guarda-redes), na derradeira fase do campeonato, que, pelo menos, empatasse diante do Desportivo para consagrar-se campeão. Era um desafio enorme para as hostes maxaquenenses, que com Nuro Americano à baliza, Tinga, Joaquim João, Sábado e Mandito no sector defensivo, Brito, Naldo e João Ouana, na intermediária, Dover, Hermínio e Cremildo, na frente de ataque, no sistema de 4X3X3, estavam confiantes num bom resultado, mesmo fazendo frente a um Desportivo de Estêvão; Nuro “Badjia”, Aurélio, Miguel dos Santos e Frederico; Calton, Cabral, Urbano e Dique; Manuel e Sitoi, jogando em 4X4X2, dando aos “alvi- -negros” mais labor, concretamente no meio-campo.
Como lhe impunha, o Maxaquene lançou-se deliberadamente ao ataque no início da partida, puxado pelo apoio dos seus adeptos que se preparavam para conquistar o seu primeiro campeonato após a independência. Leia mais...
TEXTO DE JOCA ESTÊVÃO































































