Meninos de Ninguém celebram Dia do Trabalhador

Quando a 1 de Maio de 1886 trabalhadores da cidade norte- -americana de Chicago decidiram marchar em sinal de protesto contra as excessivas 17 horas de trabalho, más condições de trabalho, entre outros aspectos, mal poderiam imaginar que, passados anos, seriam ainda fonte de inspiração para que dezenas de artistas, congregados na plataforma Arte é Trabalho, sob os auspícios da Associação Moçambicana de Teatro (AMOTE) e SABURA – Centro Cultural, Escola e Museu de Teatro, celebrariam o Dia dos Trabalhadores como meninos de ninguém reivindicando reconhecimento social.

Sob o tema “Arte em Tempos de Pandemia, Empregabilidade e Segurança Profissional dos Artistas em Moçambique”, o Dia do Trabalhador – condicionado pelas restrições impostas pelo novo coronavírus – serviu de momento para uma profunda reflexão conjunta dos artistas, provocada pelo professor, activista social e músico Isaú Menezes e pela professora e activista cultural Ofélia da Silva e ainda um momento cultural dirigido pela encenadora Maria Atália.

Isaú Meneses falou sobre a “Arte em Tempos de Pandemia, Empregabilidade e Segurança Profissional dos Artistas em Moçambique”, enquanto Ofélia da Silva se debruçou sobre o tema “Papel das Agências de Cooperação Internacional no Desenvolvimento de Ecossistema Favorável à Empregabilidade e Segurança Profissional do Artista em Moçambique”. Leia mais...

Texto de Belmiro Adamugy

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