Fazedores das artes e cultura avaliam 2020

O ano 2020 foi marcado pela pandemia da covid-19, que revirou toda a programação dos fazedores das artes e cultura. Ainda assim, este grupo de profissionais não baixou a cabeça, arregaçou as mangas e colocou as mãos na massa. O resultado é o que se assistiu durante o ano todo: lives, concertos transmitidos em directo na televisão assim como nas redes sociais, lives streamings, Zoom, entre outras plataformas digitais.

Relaxadas as medidas face ao novo coronavírus, o país assistiu à realização de concertos com número reduzido de pessoas, obedecendo às regras indicadas pelas autoridades sanitárias. Quando o ano já caminha para o fim, domingo conversou com os fazedores das artes e cultura para fazer o balanço do ano.

FOI POSITIVO

- Emílio Cossa, fundador da editora Kulera

Emílio Cossa teve um 2020 de muita luz. Fundou a editora Kulera, que chancelou a publicação de 13 obras. “Quando no princípio deste ano ganhámos coragem suficiente para dar início à nossa actividade, a expectactiva era de, através da Colecção Preâmbulo, dedicada a autores iniciantes, publicarmos entre Junho e Dezembro um livro digital por mês e termos até ao final do ano sete títulos publicados. Agora, no limiar do ano, já contamos com 13 livros publicados, dos quais apenas quatro no formato digital. Por isso, podemos dizer que o balanço foi positivo”. Para suprir as necessidades dos artistas, o Governo desenhou “Arte no Quintal”, iniciativa que, no entender do fundador da Kulera, cingiu- -se apenas a apoiar os músicos. Leia mais...

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