
Para o seu “azar”, o autocarro era de um motorista cuja fama não era das melhores. Jovem de trinta e poucos anos, careca e com “dreads” na barba, cujo tamanho vai até ao peito. As más línguas já diziam de antemão “deve ter fumado muito hoje”. Mas para quem tinha como principal objectivo chegar à casa depois de um dia intenso de trabalho, bastava apenas colocar tudo nas mãos de Deus.
Não demorou muito para surgirem os resultados da sua má condução. Chegados à paragem da Guerra Popular, depois de entulhar as pessoas como se o autocarro fosse elástico, prontos para partir, ouvem-se gritos: “Epah ele está mal”.
O cobrador e o motorista saem às pressas para averiguar o que teria acontecido e na mesma velocidade voltam e arrancam com o autocarro. Quem viu diz que, ao fechar a porta, um jovem teria sido ferido, não sabendo se o carro passou por cima da sua perna ou o raspou, mas os relatos são de que o jovem estava com uma fratura exposta. Leia mais...


























































