
O motivo não é para menos. Diariamente por ali transitam mais de três centenas de veículos motorizados de todos os calibres e marcas. É um vê se te avias.
Para quem circula no sentido Casa Jovem-Triunfo, chegado a este entroncamento, vê-se forçado a jogar na roleta russa. Aos olhos dos automobilistas o semáforo parece inoperacional porque aparentemente não emite qualquer feixe de luz. Porém, o arrependimento chega quando o automobilista decide avançar. Se não é ele a cortar prioridade é o veículo que vem da Dona Alice com o propósito de entrar na Circular, tudo isso porque está tremendamente difícil enxergar com clareza se o semáforo está funcional. Moral da história: os travões têm sido até agora o melhor amigo dos automobilistas, mas as coisas têm de mudar.
Para Bula-bula, que nem é funcionário do INATTER ou do município de Maputo, apenas tem noções básicas do Código de Estrada, a situação pode ser ultrapassada mediante seguintes soluções: reparação imediata dos semáforos em caso de avaria, melhor posicionamento para que o verde, amarelo e vermelho possam ser facilmente visualizadas pelos automobilistas, ou presença permanente dos agentes da Polícia de Trânsito enquanto durar a avaria.
Quem quiser sentir na pele o quanto custa circular por aquelas bandas, basta torrar uns litritos de combustível e terá saciado a curiosidade.
Os acidentes de viação nem sempre são causados por excesso de velocidade ou pelos automobilistas alcoolizados. Há outras causas.


























































