
Acrescentou que o principal motivo da necessidade da submissão do Orçamento Rectificativo é a covid-19, havendo, contudo, outros factores como as questões da defesa, educação e saúde que têm de estar à altura de responder aos desafios impostos pelo novo coronavírus.
Segundo o governante, que falava sexta- -feira numa audição na Comissão do Plano e Orçamento, as exigências impostas pelo novo coronavírus obrigaram o Executivo a redimensionar a sua estratégia e plano de acção nas várias vertentes.
O ministro da Economia e Finanças explicou ainda que o défice orçamental deste ano subiu de cento e cinco biliões de Meticais para cento e cinquenta e oito, por conta da pandemia da Covid-19 e dos ataques no Centro e Norte do país.
O rombo nas contas públicas foi gerado pelo impacto da pandemia da covid-19 e por encargos suplementares com o esforço de guerra nas regiões Centro e Norte devendo o buraco ser financiado, disse Maleiane.
Para fazer face ao défice, o Executivo já tem garantias de parceiros internacionais para o apoio ao Orçamento do Estado deste ano. Para conter a pandemia da covid-19, prosseguiu Maleiane, o Governo tinha pedido à comunidade internacional uma ajuda de 700 milhões de dólares (596,4 milhões de euros).
Refira-se que a proposta de Orçamento Retificativo que o Governo submeteu à Assembleia da República revê em baixa a taxa do Produto Interno Bruto (PIB), baixando este indicador de 2,2% projectados em Abril para 0,8 até ao final deste ano.


























































