EDUCAÇÃO DE ADOLESCENTES: Entre a razão e a permissão

Que a educação de adolescentes não é pêra doce só constitui novidade para poucos. Falamos do momento em que os menores buscam independência; questionam regras traçadas pelos pais e/ou encarregados de educação e, dum modo geral, pela sociedade; impõem os seus gostos e estilos, pressionam com as suas vontades...

Com efeito, do outro lado da linha, questiona-se até que ponto os responsáveis pela educação das crianças devem permitir que estas desfrutem das suas escolhas, numa era caracterizada pela diversidade e disponibilidade de informações e referências. Conforme se sabe, são vários os caminhos para a “liberdade” e para a satisfação pessoal. Mas, quando algo corre fora do “programado”, surgem alguns burburinhos e indagações: a quem vamos atribuir a culpa? Aos pais ou aos filhos? Coloca Rev. Felicidade Chirinda, em conversa com o domingo.

A resposta vem em seguida: “Acho que todos devemos assumir a culpa, porque a partir de um determinado momento ficamos embriagados com tantos problemas e também com outras culturas…”, observa. Por seu turno, Palmira Santos, psicóloga, defende “muita calma nesta hora”, pois é fundamental ter “respeito pela identidade individual”. Já o sociólogo Isac Guilengue posiciona-se afirmando que, no contexto social, “a liberdade de identificação encontra limites de expressão”. Acompanhe. Leia mais...

TEXTO DE CAROL BANZE

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