
Homem de uma simplicidade mágica, podia muito bem ficar horas a fio no meio de meia dúzia de pessoas e mesmo assim passar despercebido… bem isso, até ele soltar aquela voz gutural e puxar da guitarra acústica. Eu nunca o vi colocar-se em bicos-de-pés para se fazer notar… nem mesmo quando o TP 50 o homenageou! Aquando do regresso aos palcos do “Alambique”, há pouco mais de 2 anos, permitiu-me a veleidade de falar publicamente do histórico da banda.
Com uma música a fugir aos canônes habituais - música marcada pela fusão de vários ritmos (jazz, rock, folk, etc.) apostando numa lírica com forte intensidade poética e presença expressiva de guitarra, instrumento de que era tocador prolífico, Hortêncio Langa, depois de “Monomotapa” e muitas outras experiências, criou o “Alambique”, uma das mais emblemáticas bandas da nossa lavra musical. Leia mais...
































































