Joaquim Chissano, que assumiu a pasta do primeiro-ministro no governo de transição e ministro dos Negócios Estrangeiros, após a proclamação da independência, desafia a sociedade a não apenas homenagear os feitos históricos dos veteranos da luta armada, “mas também estimular uma reflexão profunda sobre o seu percurso, reafirmar os compromissos que nos guiam e projectar o futuro com base nas lições do passado”.
Chissano faz uma abordagem em quatro grandes dimensões interligadas, designadamente os objectivos centrais da luta de libertação nacional; os princípios e valores que moldaram a Frelimo; os fundamentos da construção do Estado e as responsabilidades actuais e futuras da sua geração. Leia mais…

