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Doentes com lesões cerebrais continuam no ambulatório

·        Direcção do HCM garante que a situação voltará à normalidade em breve

Dezenas de doentes que necessitam de Tomografia Axial Computarizada (TAC) no Hospital Central de Maputo, continuam no ambulatório, com tratamento alternativo, em consequência da 

avaria deste importante meio auxiliar de diagnóstico de lesões cerebrais sobretudo em pessoas com acidente vascular cerebral, vulgo AVC.

A situação continua preocupante e só na semana que hoje inicia a situação poderá retornar à normalidade. João Fumane, director do Hospital Central de Maputo (HCM) revelou queaté ao momento não tem sobrado outra alernativa senão a marcação de exames para semanas seguintes naqueles doentes que apresentem quadro patológico menos grave.

O nosso entrevistado sublinhou que a solução do problema das máquinas está para breve. “As máquinas já se encontram em reparação avançada. Relativamente à segurança da informação computorizada referente ao quadro clínico de doentes que se encontrava na memória daquele equipamento, a nossa fonte assegurou que nada foi perdido.

“Temos feito sempre imagem de segurança e toda a informação colhida do equipamento é gravada em discos de segurança. Portanto, para além deste arquivo de segurança, também temos chapas imprimidas que se encontram no processo de cada doente”, referiu.

 

CASOS DIAGNOSTICADOS

TRATADOS FORA DO HCM

 

O Hospital Central de Maputo (HCM) está presentemente a custear, com o fundo institucional, despesas relacionadas ao diagnóstico em doentes internados que necessitam de Tomografia Axial Computarizada (TAC) e Ressonância Magnética.

A nossa maior unidade sanitária, vê-se, deste modo, forçada a recorrer a hospitais privados em consequência da avaria dos seus equipamentos, devido a oscilação da corrente eléctrica registada na cidade de Maputo há sensivelmente quatro semanas.

Até ao momento, doentes internados nos Serviços de Urgência e Reanimação (SUR) é que têm inspirado maiores cuidados em função da presente conjuntura. O Director Geral do HCM, João Fumane, revelou que houve situações clínicas graves que necessitaram de intervenção com recurso ao TAC.

Fumane sublinhou a Direcção Clínica do hospital tem sido criteriosa na selecção de doentes que necessitam de assistência urgente.“Neste período, tivemos quatro casos de doentes internados na reanimação cujos exames com aqueles equipamentos revelaram-se imprescindíveis para o seu tratamento”, explicou.

Ressalvou queum dos doentes teve que ser submetido ao TAC de emergência fora do hospital, pois o exame era fundamental para decisão em relação a uma cirurgia.

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