F inalmente, Moçambique saiu da “lista cinzenta” do Grupo de Acção Financeira Internacional (GAFI) em que se encontrava desde 2022. O país cumpriu, com destreza, todas as exigências para combater o branqueamento de capitais e o financiamento ao terrorismo.
O país foi relegado para a “lista cinzenta” devido a deficiências estratégicas no combate ao branqueamento de capitais, financiamento ao terrorismo e proliferação de armas de destruição em massa.
Essas deficiências incluíam falhas na implementação de medidas preventivas e na aplicação da lei, como a falta de fiscalização eficaz e a inexistência de recursos suficientes para apoiar as acções de combate a esses crimes.
O GAFI estabelece um total de 40 recomendações que devem ser adoptadas por todos os países para garantir que os seus sistemas financeiros não sejam usados para o branqueamento de capitais, financiamento ao terrorismo e proliferação de armas de destruição em massa.
Países cujas jurisdições não apresentam conformidade com parte significativa das recomendações do GAFI são colocados na “lista cinzenta”, significando que passam a estar sob acompanhamento reforçado do GAFI e, caso as deficiências persistam, podem sofrer restrições sérias no acesso ao sistema financeiro internacional. Leia mais…


