Editorial

Medalhas que “destapam” olhos da nossa nação

A participação de Moçambique no campeonato do mundo de boxe feminino, realizado no mês corrente em Istambul, na Turquia, alteou a bandeira nacional e entalhou as conquistas das pugilistas Alcinda Panguana e Rady Gramane nos anais desta modalidade ao mais alto nível.

Numa competição que reuniu 310 pugilistas, em representação de 73 países, as nossas meninas de prata e de bronze – com “sabor” a ouro –, comandadas pelo seleccionador nacional, Lucas Sinóia, deram mais uma vez a indicação de que o nosso país é um lugar de atletas de gabarito mundial.

A trajectória das pugilistas moçambicanas demonstra quão comprometidas estão com as causas da modalidade desportiva que praticam. Apenas a título ilustrativo, nos últimos Jogos Olímpicos realizados em Tóquio, no Japão, Alcinda Panguana teve boas prestações e esteve a poucos passos de conquistar medalhas.

Ora, falamos de uma atleta que é cinco vezes campeã regional da Zona IV de África. O último título foi conquistado no mês passado, em Maputo. Adiciona-se a estes feitos a medalha de ouro conseguida no ano passado, no “Africano” da Zona III, que decorreu em Kinshasa, na República Democrática do Congo, juntamente com Rady Gramane (bronze em Istambul). Leia mais…

Fotos de Jerónimo Muianga

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