O mês de Dezembro carrega uma mística que ultrapassa a liturgia religiosa. O Natal e a Festa da Família assumem o papel de instituições sociais, que desafiam toda uma sociedade a realizar uma introspecção, cultuando a alma para a mudança e o perdão.
É inegável quão as comemorações do próximo Natal e Dia da Família constituem uma ocasião mais do que oportuna, a nível social e político, quando consideramos a necessidade de cimentar o exercício que vem sendo feito, de reconciliação entre irmãos, unidos pelas mesmas causas, cultura, valores, etc..
Com efeito, este é o momento para, definitivamente, traçarmos - ainda que de forma abstracta - a linha que nos vai separar da dor, das ofensas, do barulho motivado por factores de cariz político e social.
Este é um clamor para o desarmamento dos espíritos, um apelo para a substituição do discurso do ‘nós contra eles’, pela narrativa do ‘nós por todos’, como, aliás, vem sendo ressoado nos últimos meses por vá rios segmentos da sociedade. Leia mais…

