Apesar das várias vozes comungando a necessidade de se colocar um travão nos acidentes de viação que continuam a ceifar vidas nas estradas moçambicanas, o quadro que se nos apresenta continua sombrio e gravíssimo, marcado por episódios que nos convidam e desafiam a repensarmos as políticas e estratégias em vigor no sector rodoviário.
Os casos mais recentes ocorridos na Estrada Nacional Número 1, nas províncias de Maputo e Gaza, semana finda, que resultaram na morte de 35 pessoas, não podem deixar indiferente qualquer cidadão sensato e, mais do que isso, representam a urgência de o Estado adoptar as devidas medidas para que a ambição da construção do bem comum continue a ser um objectivo alcançável e não mera utopia.
É escandaloso saber das autoridades do sector que pelo menos 95 por cento dos operadores de transporte de passageiros interprovincial a partir do terminal da Junta, na cidade de Maputo, denotam irregularidades comuns, com destaque para a falta de compatibilidade entre a carta de condução e o tipo de licença de Leia mais…

