Enquanto do lado de fora do majestoso Palácio da Bolsa, na cidade do Porto, o céu nublado e chuvoso tornava o dia frio com os termómetros a apontar para 14 °C, no seu interior, à medida que os resultados de parceria eram anunciados pelo Presidente da República, Daniel Chapo, a sensação térmica era confortante. E, não era para menos.
Moçambique conquistou uma linha de financiamento de 500 milhões de Euros para o investimento empresarial e mais 23 instrumentos jurídicos (entre acordos de cooperação e memorandos de entendimentos), assinados em diferentes sectores estratégicos para o desenvolvimento económico do país.
Quanto ao montante anunciado, referente à linha de crédito, foi acordado que seria disponibilizado de forma faseada, sendo que no primeiro ano o governo português colocará à mesa 100 milhões de Euros. Este valor será destinado a projectos de investimento empresarial português no país, os quais passarão pelo crivo da elegibilidade.
Após anunciar esta conquista, o Presidente Chapo trocou em “miúdos” os ganhos para ambas as economias. “Este investimento vai gerar renda, emprego para as famílias, salários para trabalhadores jovens e para a mulher moçambicana. Do lado português, permitirá o retorno deste investimento, capital e juros, como também vai beneficiar a economia”.
No entanto, dos 23 acordos assinados, destaque vai para o memorando no domínio da simplificação e transformação digital da Administração Pública, mobilidade e segurança rodoviária; para o domínio das linhas de garantias para projectos de desenvolvimento sustentável, comunicações e investigação e segurança marítima. Leia mais…

