O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Indústria Metalúrgica, Metalomecânica e Energia (SINTIME) apelou, esta sexta-feira, para que se evite o encerramento da fábrica de Fundição de Alumínio (Mozal), tendo em conta os impactos negativos que tal decisão pode ter na economia do país.
O secretário-geral do SINTIME, Américo Macamo, exorta as partes em negociações para que continuem a dialogar no sentido de encontrar melhores soluções, que não sejam encerramento daquela unidade fabril.
Para ele impedir o encerramento da Mozal deve constituir um objectivo comum, tendo em conta que este cenário poderá acarretar consequências económicas e sociais severas, incluindo a falência de várias pequenas e médias empresas nacionais e estrangeiras, bem como o despedimento massivo de trabalhadores.
Américo Macamo acrescentou que o sindicato considera a Mozal um “activo estratégico” para o país e defende o prolongamento do contrato actual por um período de 12 meses, criando espaço para negociações mais aprofundadas e a definição de acordos sustentáveis.

