O Ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, manifestou, hoje, a sua satisfação com o progresso das obras de construção de ponte cais da Ilha de Inhaca, na cidade de Maputo, que se encontram a um nível de execução de cerca de 26 por cento.
A constatação foi durante a visita à Ilha da Inhaca para aferir o ponto de situação das obras de construção da nova ponte cais, um projecto estruturante para a mobilidade e desenvolvimento económico e social da ilha.
Até o momento, já foi concluída a produção dos pré-fabricados da ponte e do muro de contenção, estando em curso o processo de cravação de estacas para a estrutura de suporte da ponte.

Previsto para a sua conclusão no primeiro trimestre de 2026, o projecto enquadra-se numa visão de responsabilidade social mais ampla por parte do Porto de Maputo, que tem vindo a investir em infra-estruturas com impacto directo nas comunidades vizinhas.
Segundo o ministro, a conclusão da ponte cais vai representar um salto qualitativo em relação à antiga infra-estrutura, que contava com apenas 120 metros de extensão e encontrava-se em estado avançado de degradação.
Ao contrário da anterior, exclusivamente pedonal, a nova ponte com 936 metros de comprimento, terá capacidade para receber veículos e peões, respondendo assim às actuais necessidades de mobilidade e logística da ilha.

“Comecemos desde já a pensar no impacto social e económico que a nova ponte trará à ilha, garantindo que a sua existência se traduza em benefícios concretos e sustentáveis para a população local e para a promoção do turismo na ilha,” afirmou.
A visita de João Matlombe a ponte cais contou com a presença da Direcção Executiva da MPDC – principal financiador do projecto – do empreiteiro China Road and Bridge Corporation e da empresa fiscalizadora Consulmar. A nova ponte está a ser erguida no âmbito dos compromissos assumidos no contrato de extensão da concessão do Porto de Maputo, assinado em Fevereiro de 2024, que prevê investimentos em infra-estruturas logísticas e de impacto social.
De referir que o empreendimento foi financiado pela Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC), em parceria com a empresa Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) e o Fundo de Transportes e Comunicações (FTC). A estrutura terá uma vida útil de 50 anos.

