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Moçambique abre nova página na indústria do gás

Por Jornal domingo
  • Fábrica tem a capacidade diária de produzir quatro mil barris (153 litros) de petróleo leve e 30 mil toneladas de gás de cozinha.

Moçambique abriu uma nova página na indústria do gás com a inauguração semana finda, em Inhassoro, província de Inhambane, de uma unidade fabril com capacidade e tecnologia moderna de processamento, estabilização e separação de hidrocarbonetos.

Trata-se de um empreendimento necessário para desenvolver a indústria petroquímica, fertilizantes, combustíveis líquidos, gás para a indústria e energia para o sector produtivo, inaugurado pelo Presidente da República, Daniel Chapo, e o seu homólogo da África do Sul, Cyril Ramaphosa.

ul, Cyril Ramaphosa. Intervindo na ocasião, Chapo afirmou que a entrada em funcionamento da fábrica de gás de cozinha de Inhassoro significa que Moçambique está a transformar este recurso em desenvolvimento, abrindo nova página na indústria do gás, que passa a ser processado localmente.

Segundo o Chefe do Estado, o gás representa ainda a industrialização, empregos e dignidade, facto que, igualmente, reflecte a construção dos alicerces para a independência económica.

“Estamos a deixar para trás,u uma nova página na indústria do gás com a inauguração semana finda, em Inhassoro, província de Inhambane, de uma unidade fabril com capacidade e tecnologia moderna de processamento, estabilização e separação de hidrocarbonetos. Trata-se de um empreendimento necessário para desenvolver a indústria petroquímica, fertilizantes, combustíveis líquidos, gás para a indústria e energia para o sector produtivo, inaugurado pelo Presidente da República, Daniel Chapo, e o seu homólogo da África do Sul, Cyril Ramaphosa. Intervindo na ocasião, Chapo afirmou que a entrada em funcionamento da fábrica de gás de cozinha de Inhassoro significa que Moçambique está a transformar este recurso em desenvolvimento, abrindo nova página na indústria do gás, que passa a ser processado localmente. Segundo o Chefe do Estado, o gás representa ainda a industrialização, empregos e dignidade, facto que, igualmente, reflecte a construção dos alicerces para a independência económica.

“Estamos a deixar para trás, sem que ninguém seja deixado atrás, a lógica do país que exporta matéria-prima e importa produtos acabados. Com este empreendimento, Moçambique entra na era da transformação local, industrialização e soberania económica, representando um passo decisivo na concretização da visão estratégica que se tem vindo a construir para o país: a visão de transformar, localmente, os recursos naturais, gerar mais valor em território nacional e reforçar a nossa independência e soberania energética. A independência económica significa transformar, em Moçambique, aquilo que o país produz”, explicou o Presidente Chapo. Leia mais…

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