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Contratos de habitação estão adaptados à crise

  • Em entrevista ao domingo, Armindo Munguambe, PCA do Fundo para o Fomento de Habitação, debate os critérios de fixação dos preços dos imóveis

O sector imobiliário do Estado não está isento dos abalos económicos que o país atravessa, assim como das consequências da pandemia da covid-19, segundo disse o Presidente do Conselho de Administração (PCA) do Fundo para o Fomento de Habitação (FFH), Armindo Munguambe, em entrevista ao domingo.

Entretanto, segundo afiançou, o FFH recebeu pedidos de mutuários que, por conta da pandemia, perderam empregos ou viram os seus salários reduzidos e, por via disso, não estavam a conseguir honrar com os seus compromissos. Por essa razão, foi necessário fazer a reestruturação do financiamento.

Para estes casos, os promitentes compradores deviam apresentar elementos de prova que demonstravam que estavam a atravessar um momento de aperto financeiro. “Nestes casos, suspendemos os pagamentos até que a pessoa resolvesse a situação ou reestruturámos o financiamento e eles continuaram com os pagamentos. Precisamos de reconhecer que o país está a atravessar uma situação economicamente difícil, por isso atendemos aos pedidos”, disse.

Em tempos, o jornal domingo anunciou que mutuários da Vila Olímpica, em Maputo, tinham dívidas estimadas em mais de um milhão de dólares americanos e, por essa razão, o FFH tomou medidas com vista a resolver o problema, tanto que os pagamentos foram efectuados. Além disso, foram reforçados os termos contratuais no sentido de evitar este tipo de situações tanto naquele condomínio como noutros projectos em curso. Leia mais…

Texto de Angelina Mahumane
angelina.mahumane@snoticias.co.mz

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