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Cabotagem acumula prejuízos

  • Navio parado custa cerca de cinco mil dólares por dia

A paralisação, temporária, do navio de cabotagem que transportava equipamentos para o complexo industrial de processamento de gás natural na baía de Afungi, em Cabo Delgado, denominado “Greta”, está a custar à Sociedade Moçambicana de Cabotagem (SMC) cerca de 5 mil dólares por dia.

Esta situação acontece depois da suspensão por tempo indeterminado das actividades da multinacional francesa Total, devido aos ataques terroristas à vila-sede do distrito de Palma em Cabo Delgado.

Segundo o administrador da SMC, Luís Carvalho, a empresa decidiu interromper a navegação do “Greta” para evitar prejuízos, uma vez que, com a suspensão das actividades da multinacional Total, a embarcação viajava com 15 por cento da sua capacidade.

Neste momento, o transporte de carga geral do Porto de Maputo para as zonas Centro e Norte do país está a ser feito por uma embarcação estrangeira que estabeleceu uma parceria com a SMC, de forma a assegurar os serviços enquanto se espera pela retoma de actividades em Afungi.

Luís Carvalho, administrador da SMC

Em jeito de refúgio, a SMC adquiriu um navio com capacidade de 260 TEU para assegurar o transporte de cimento “Dugongo” de Maputo para as zonas Centro e Norte de Moçambique. Leia mais…

Texto de Idnórcio Muchanga
idnórcio.muchanga@snoticias.co.mz

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