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Sanitários precários ameaçam saúde dos alunos

Por Jornal domingo

TEXTO DE MICAELA MEQUE

Portas partidas ou totalmente inexistentes, falta de água, cheiro nauseabundo, pavimento húmido e a completa inexistência de condições de higiene é o cenário que caracteriza sanitários de algumas escolas primárias e secundárias da cidade e província de Maputo.

A situação, que representa um risco à saúde pública, tende a tomar contornos alarmantes, uma vez que em alguns estabelecimentos de ensino a tarefa de higienizar esses locais é delegada aos alunos.

domingo constatou a gravidade da situação. Na escola Primária Completa Eduardo Mondlane, localizada no bairro Mali, distrito de Marracuene, na província de Maputo, por exemplo, há apenas uma casa de banho para 6400 alunos do primeiro e segundo ciclos.

A disparidade entre o número de utilizadores e as instalações disponíveis é tão grande que o espaço se encontra permanentemente sobrelotado, sujo e sem condições mínimas de higiene.

Segundo o director da escola, Júlio Chilengue, a instituição não tem agentes de limpeza, o que faz com que a tarefa de cuidar e higienizar o local seja desempenhadas pelos estudantes, que, em turnos improvisados, varrem e lavam os compartimentos. Contudo, a falta de produtos de limpeza, água corrente e o mau estado da infra-estrutura tornam esta missão ainda mais difícil.

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