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Reformar indústria do caju

  • Sector privado exige políticas sustentáveis para a protecção da indústria nacional

O sector privado apela ao Governo a imprimir celeridade na implementação de reformas que visam a revitalização da indústria de processamento da castanha de caju, cujo desempenho está a registar uma queda acentuada de mais de 15 por cento.

A expectativa que existe é que as reformas possam solucionar a fraca produção de castanha que, até o momento, obrigou pelo menos dez fábricas de processamento- -primário a encerrarem as portas no país devido à insuficiência da matéria-prima.

No entender dos empresários, que falavam, em Maputo, durante a XVII Conferência Anual do Sector Privado (CASP), o Governo deve criar políticas sustentáveis para a protecção da indústria nacional de caju, tal como acontece em países como Índia e Vietname, em que são subsidiadas pelo seu Governo para competir no mercado internacional.

São dois países que actualmente ditam as regras do jogo no mercado externo e que dificultam a consolidação da indústria moçambicana de transformação, tendo determinado a redução da produção e, principalmente, da exportação.

Segundo o representante da Associação dos Industriais de Processamento de Caju, António Valente, o sector precisa de incentivos fiscais, com destaque para o aumento da sobretaxa de exportação de matéria-prima em bruto e isenção da factura em todas as amêndoas processadas. Leia mais…

Texto de Idnórcio Muchanga
idnórcio.muchanga@snoticias.co.mz

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