O presidente do Conselho Empresarial Provincial (CEP) de Manica, Alcides Cintura, renovou recentemente o seu mandato de quatro anos e afirma que o modelo actual de votação do presidente da Confederação das Associações Económicas (CTA) deve ser refeito para permitir que todos os empresários inscritos nesta agremiação se identifiquem com o escrutínio.
Também diz que a denominação da CTA devia ser uniforme nas províncias e distritos, não se usar a designação CEP, e refere que as quotas pagas a nível provincial deviam ser usadas localmente para melhorar as condições de trabalho.
Faz saber que, doravante, o CEP de Manica quer ter um papel relevante na busca de financiamentos internos e externos, na definição de requisitos para o acesso a estes e na sua canalização aos empresários.
Nas linhas que se seguem escalpelizamos estes e outros temas da actualidade empresarial da província de Manica, que se debate com uma grave crise ambiental resultante da exploração desregrada de ouro que está a afectar o turismo, pecuária, agricultura, pesca, abastecimento de água, produção de energia, entre outros.

Quais foram os grandes ganhos da sua presidência ao longo dos últimos quatro anos que determinaram a sua reeleição?
Conseguimos colocar a representação da CTA em todos os distritos, criámos um diálogo público-privado distrital sem elitizar o discurso e promovemos muitas formações e revitalização de associações.
Quantos empresários estão registados?
Podemos falar de cerca de 400, mas a maioria está filiada às respectivas associações, havendo um número menor de empresários registados a título individual. Leia mais…

