TEXTO DE DALTON SITOE
A composição emblemática da “Champions League”, de Tony Britten, tomou conta do campo da HCB aos 71 minutos, quando Alcides, ao lado dos seus colegas, em euforia, celebrou o terceiro tento da União Desportiva do Songo diante do Textáfrica, um golo que convenceu a todos que, verdadeiramente, o título do Moçambola-2025 já não escaparia aos “hidroeléctricos”.
A partir desse momento, arrancou a festa nas bancadas, com a distribuição de camisetas de campeão, num dia em que se comemorava também o 18.º aniversário da reversão da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) ao Estado moçambicano, principal patrocinador do clube.
A UD Songo entrou para este jogo, em atraso da 20.ª ronda, ciente de que precisava apenas de uma vitória para se tornar virtual campeão a cinco jornadas do fim do Moçambola. Não vacilou, venceu e passou a somar 56 pontos, tornando-se inalcançável para a Black Bulls, segunda classificada, que, mesmo vencendo os seis jogos que lhe restam, só poderá chegar aos 55.
A série de 16 vitórias consecutivas antes deste jogo oferecia confiança aos “hidroeléctricos”, alimentando a convicção de que dificilmente os “fabris do Planalto” iriam travar a celebração da conquista do quarto título do Moçambola, depois de duas épocas sem vencer. A expectativa foi confirmada com o “hat-trick” de Luís Miquissone e o bis de Alcides, que fixaram o resultado final em 5-1, tendo Eládio Cumbana reduzido já em período de compensação. Leia mais…

