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Maputo perde equipa na LMB

A cidade de Maputo vai perder uma equipa na Liga Moçambicana de Basquetebol (LMB). Mesmo ainda na fase regular, segunda volta da décima segunda edição do Campeonato Nacional, a Universidade Pedagógica de Maputo viu esfumadas as possibilidades de garantir a sua permanência na competição mais importante de basquetebol do país. Inserido no Grupo “B”, os “pedagogos” encontram-se em último lugar da sua série, depois de perderem todas as partidas até aqui disputadas. Hoje, às 12.00 horas, a UP tem encontro marcado com o Ferroviário da Beira, fortíssimo candidato ao título. É praticamente certa a vitória dos “locomotivas” de Chiveve.

Na primeira volta, o Ferroviário da Beira vencera a UP por 68-45. Amanhã, à mesma hora, a Universidade Pedagógica de Maputo defrontará a jovem e aguerrida equipa do Maxaquene, num confronto em que os “tricolores” são naturalmente favoritos. Na primeira volta, o Maxaquene venceu por 71-53.

Estes cenários colocam a UP a lutar apenas pelas classificativas, já que apenas os primeiros classificados de cada um dos dois grupos garantem a manutenção e, consequentemente, entram na luta pelo título. Das equipas da capital moçambicana, continuam na luta pela manutenção e pelo título o Ferroviário de Maputo, Costa do Sol, Maxaquene e A Politécnica. O Ferroviário da Beira é a única formação de fora da capital com as maiores hipóteses, quase certas, de disputar a final e conquistar o título.

A décima segunda edição da Liga Moçambicana de Basquetebol iniciou na passada terça- -feira, no pavilhão do Maxaquene, na cidade de Maputo. Oito equipas divididas em dois grupos participam na prova. Pelo Grupo “A” estão Ferroviário da Beira, Ferroviário de Maputo, Maxaquene e UP Maputo. Fazem parte do Grupo “B” Costa do Sol, A Politécnica, Clube Municipal da Beira e União Juvenil de Napipine. A competição termina no dia 11 de Abril. O Ferroviário de Maputo é bicampeão nacional, tendo conquistado o último troféu em 2019. Nos últimos dois anos, a prova não foi realizada devido às medidas restritivas da covid-19.

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