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HERCÍLIA MARRENGULE, JORNALISTA DO DOMINGO HÁ UM ANO: Jornalismo é também terapia

O seu sonho de infância era fazer Direito, mas por causa da timidez resolveu desafiar-se, por isso procurou uma profissão que a obrigasse a falar. Foi assim que escolheu o jornalismo. Falamos de Hercília Carlos Marrengule, licenciada em jornalismo pela Escola de Comunicação e Artes (ECA) da Universidade Eduardo Mondlane. Entrou para o jornal domingo há um ano e desde lá escreve para a Secção do Nacional.

De onde surge a paixão pelo jornalismo?

Quando era mais nova queria ser advogada. Entretanto, na sexta classe tive aulas de inglês e, certo dia, tivemos prova oral. Quando chegou a minha vez o professor perguntou “how are you”? Travei. Não consegui dizer uma palavra porque sou muito tímida.

Sim…

Aquela situação deixou-me de alguma forma traumatizada, porque não conseguia falar. Naquele momento decidi que queria trabalhar em algo que me desafiasse, que me obrigasse a falar… por isso o jornalismo foi um desafio que eu mesma me propus.

Como chegou à conclusão de que era a profissão certa para isso?

Lembro-me de uma vez que estive com a irmã da minha então colega, que estudava jornalismo. Perguntei-lhe o que um jornalista fazia e ela respondeu-me que falava. Daí decidi que era o que queria, antes mesmo de saber o que um jornalista fazia de verdade. Leia mais…

Texto de Angelina Mahumane
angelina.mahumane@snoticias.co.mz

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