– afirma Primeira- ministra, Maria Benvinda Levi
A Primeira-ministra, Maria Benvinda Levi, disse que Moçambique necessita de ser auto-suficiente em quadros cada vez mais especializados e competentes, capazes de responder às exigências do momento, não só no país, como a nível global.
Falando hoje, em Maputo, durante a cerimónia de graduação de estudantes da Universidade Joaquim Chissano (UJC), Maria Benvinda Levi referiu que o país precisa de ter profissionais aptos, isto é, “quadros capazes de identificar as melhores oportunidades e propostas de aquisição de recursos materiais e financeiros no mercado internacional em condições vantajosas para o país, contribuindo deste modo, para o tão almejado desenvolvimento económico e social de Moçambique”.
A governante lembrou que dada a localização geográfica privilegiada, Moçambique enfrenta desafios peculiares, de entre os quais as várias ameaças que pairam sobre o território nacional, com destaque para o terrorismo que assola alguns distritos da província de Cabo Delgado, e não só.
Segundo a PM, espera-se que os graduados constituam um grande contributo para a gestão dos assuntos como a protecção eficiente de fronteiras terrestres, aéreas, lacustres e marítimas, para além de se esperar o melhor aconselhamento com vista a mitigar os efeitos nefastos das novas ameaças à segurança regional, internacional, e de Moçambique em particular.
“Queremos que os quadros aqui formados sejam a imagem do bem servir na Administração Pública”.
Levi exortou os recém-graduados que vão passar a integrar o mercado de trabalho, a serem profissionais humildes, honestos e proactivos para com o público.

