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EM MOMENTOS DA COVID-19: Órgãos eleitorais da SADC convidados a se reinventar 

A pandemia da covid-19 desafia os países da SADC a se reinventar para que os processos eleitorais não se transformem em foco de propagação desta doença que tem um impacto negativo na vida económica e social dos nossos países.

Esta exortação do Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, surge do reconhecimento de que os processos eleitorais são normalmente são caracterizados por afluência massiva dos cidadãos desde o recenseamento, campanha eleitoral, votação até à comemoração dos resultados, o que exige a observancia das medidas contra a pandemia. 

Carlos Agostinho do Rosário falava hoje, em Maputo, na abertura da vigésima terceira Conferência Geral Anual do Fórum das Comissões Eleitorais dos Países da SADC (ECF-SAD). 

A conferência, cuja duração é de dois dias, subordinada ao lema “Realização de Eleições no Contexto da Covid-19”, é uma oportunidade para a troca de impressões entre os órgãos eleitorais da SADC na busca de soluções para que os escrutínios dos próximos anos não coloquem em risco a saúde dos agentes eleitorais e dos eleitores, assim como a credibilidade e integridade dos pleitos.

“Sabe-se que a comunicação social e as redes sociais desempenham um papel importante na divulgação de informações e na educação cívica eleitoral que permitem aos cidadãos eleitores exercerem o seu direito de voto de forma consciente e livre”, disse o governante. 

Segundo Carlos Agostinho do Rosário, que discursou em representação do Presidente da República, Filipe Nyusi, a circulação de falsas informações nos processos eleitorais gera consequências negativas nos diversos intervenientes, sendo que uma das mais salientes é a interferência negativa nas escolhas dos potenciais votantes.

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