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DÍVIDAS NÃO DECLARADAS: A vez da irmã de Ângela Leão e trabalhadores da Africâmbios

O julgamento dos réus do caso “Dívidas não Declaradas” entrou para a sua derradeira fase. Amanhã será ouvida a ré Mbanda Henning, irmã de Ângela Leão, e deverão se seguir os trabalhadores da Africâmbios, uma casa de câmbios que foi usada pelo réu Fabião Mabunda para operacionalizar a troca de moeda em benefício da ré Ângela.

Na planilha de audições distribuída pelo tribunal consta que, depois de Mbanda, seguir-se-ão os réus Khessaujee Pulchand, Simione Mahumaned, Naimo Quimbine, Zulficar Ahmed e Cremildo Manjate, este último ligado a uma empresa de fornecimento de alumínio à ré Ângela Leão.

Apesar das metamorfoses que a planilha do tribunal vem sofrendo, em termos de datas, o juiz Efigénio Baptista já assegurou que não tem a pretensão de julgar este processo para lá do mês de Dezembro deste ano, pelo que os tão aguardados réus Gregório Leão e António Carlos do Rosário deverão ser ouvidos no final deste mês.

Mbanda deverá ser ouvida pelo seu envolvimento num projecto de construção de 10 casas, na zona da Costa do Sol, que depois foi assumido pela ré Ângela Leão. Tal projecto previa um custo de 17 milhões de Meticais para a concepção arquitectónica, 20 milhões para as estruturas, 3,5 milhões para a hidráulica, 14 para a electricidade e nove milhões de Imposto sobre o Valor Acrescentado.

O réu Fabião Mabunda é quem deveria executar esta obra a troco de 28 milhões de Meticais. A ré Mbanda recebeu 12,8 milhões de Meticais em duas prestações que foram transferidas por Fabião Mabunda, sendo todo este dinheiro proveniente do Grupo Privinvest. Leia mais…

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