Durante os meses de Março, Abril e Maio o Diálogo Nacional Inclusivo vai acontecer nos postos administrativos e localidades de todo o país de modo que o processo seja mais inclusivo, mais representativo e tenha maior legitimidade ainda.
A informação foi avançada ontem pelo presidente da Comissão Técnica (COTE), Edson Macuácua, que frisou que a ideia é abranger mais moçambicanos residentes nas províncias e, acima de tudo, ao nível do posto administrativo e das localidades, particularmente das zonas rurais, para que tenham igualmente espaço, oportunidade de participar, contribuir e fazer reflectir a sua visão, sobre o futuro que todos pretendem.
“Março, Abril, Maio serão os três meses de debate do Diálogo Nacional nos postos administrativos e localidade. Ruralização do diálogo nacional é o objectivo, inclusive dar oportunidades às elites rurais, às populações que vivem nas localidades, de também fazerem reflectir as suas ideias, as suas contribuições”.
Macuácua explicou ainda que terminado este exercício da auscultação ao nível do posto administrativo e das localidades, alargar-se-á às mesas redondas para as províncias, envolvendo mais actores académicos, sociais, mais atores políticos. “Julgamos que teremos aí sim criado uma largura de auscultação, de envolvimento e de participação que irá ter uma imagem, uma fotografia densa, rica do Moçambique real”.


