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“Braço de ferro” entre vendedores de peças e SERNIC

Por Jornal domingo

A detenção de 42 cidadãos de nacionalidade nigeriana pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), acusados de venda de peças de automóveis supostamente roubadas, desencadeou um “braço de ferro” entre as autoridades e vendedores deste ramo de negócio.

Trata-se de uma operação que ocorreu há cerca de duas semanas em estabelecimentos dedicados à venda de peças importadas. Contudo, os comerciantes rejeitam as acusações e alegam estar devidamente licenciados. Nesse contexto, decidiram encerrar as lojas, sobretudo, na cidade de Maputo e em todas capitais provinciais.

A paralisação surge como forma de protesto contra o que consideram “acusações infundadas”. Alguns afirmam que as peças comercializadas resultam de negócios legítimos com fornecedores autorizados. Entretanto, os automobilistas já começaram a sentir os efeitos da paralisação das actividades. Mecânicos e proprietários enfrentam dificuldades para comprar peças para reparação das suas viaturas.

Em vários pontos da cidade de Maputo, clientes encontram estabelecimentos encerrados. “Estou à procura de uma peça para reparar o meu carro, mas todas as lojas estão fechadas e isso complica muito a nossa situação”, lamentou um dos automobilistas entrevistado pelo domingo.

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