Bula Bula

Triunfam aqueles que sabem quando lutar e quando esperar

Bula-Bula tem em mente que não há nenhuma revolução sem uma imprensa independente. Que e fundamental haver liberdade ‒ não confundir com libertinagem ‒ para que os profissionais da Comunicação Social desenvolvam as suas actividades, sobretudo informar, com toda a tranquilidade necessária.

Sucede, porem, que não e este o entendimento de alguns “espigões” na nossa sociedade. Há uns e outros que gostam de ficar em bicos de pés para serem bem visíveis… ate porque um amigo de Bula-Bulagosta de dizer e com razão que“somos todos iguais mas há uns que são mais iguais que os outros” sendo, portanto, necessário (?) estabelecer algum diferencial. Coisas da vida…

E para estabelecer o tal diferencial, um agente da Lei e (Des)ordem decidiu semana finda treinar tiro ao alvo em plena manha la para as bandas da Cadeia de Segurança Máxima, BO. Alvo? Pombos? Nao.

O homem manejou a escopeta para afugentar (essa e que e a expressão) os jornalistas que, por manifesta imposição do seu trabalho, queriam cobrir o julgamento do “famoso” Nini Satar. O tal agente ‒ não se sabe a mando de quem ou de que ‒ entendeu no alto da sua galhardia que os jornalistas eram um “impecilho” para o normal decurso da audiência.

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