Início » Galaroz dos galarozes: Venâncio e a Fortaleza Antónia

Galaroz dos galarozes: Venâncio e a Fortaleza Antónia

Por Jornal domingo

O galo pimpão é aquele que gosta de aparecer na capoeira, exibindo para as fêmeas a crista saliente, nem que seja em forma de cabeleira, esta bem tratada, oxigenada e reluzente, sabe-se lá à custa de quantos frascos de cosméticos. Na verdade, no galo pimpão, é tudo muito cosmético, até o discurso soa a falsete, às vezes engasgado na tal ideologia da libertinagem, do “politikal bacanal”.

O primeiro trimestre de 2025 foi mais do mesmo do final de 2024, com Venâncio António Bila Mondlane a cantar de galo e a incentivar a arruaça e a destruição, transformando o país num território vassalo, quase igual a Jureia, com os seus gritos “este país é nosso”, como se isso lhe desse legitimidade para o escangalhar.

Também o vimos em outros poleiros, estes mais cosmopolitas, em companhias pouco recomendáveis. Ainda não sabemos a razão de ter partilhado espaço e abraços calorosos, quase afogueados, com o líder do Chega de Portugal, André Ventura, mas a verdade é que os dois têm o mesmo estilo de estar na política, com estardalhaços e pouco juízo.

Vamos lá a ver se este ano de 2026 o homem se aquieta, até porque já tem um partido para cuidar, pois já nem sabíamos a quem atribuir este galaroz dos galarozes, a expressão máxima dos galarozes, se ao Venâncio da Renamo ou do Podemos, se ao Venâncio do MDM e outra vez da Renamo, enfim, este vai simplesmente para o Venâncio Mondlane que queria construir uma Fortaleza Antónia para ele próprio ser o Pôncio Pilatos…

Você pode também gostar de:

Propriedade da Sociedade do Notícias, SA

Direcção, Redacção e Oficinas Rua Joe Slovo, 55 • C. Postal 327

Capa da semana