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Bestificação de consciências. O que já se sabia…

Por Jornal domingo

A política do estardalhaço, do ruído fácil e do escarcéu gratuito acabou ela mesma por se denunciar. O seu mais devoto entusiasta, cabeleira farta, de galo pimpão, agora debruado em tons de verde-abacate, do ANAMOLA, foi apanhado a dizer coisas que não queria que fossem ouvidas pelos seus acólitos, numa daquelas “lives” costumeiras nas redes sociais.

A Bula-Bula sempre cheirou a esturro essa mania de vitimização, do “coitadismo” da oposição política em Moçambique, sempre a queixar-se de que a posição não lhes deixa ser oposição e que a sua acção política é punida com bastões, quando não é com balas, gás lacrimogéneo e helicópteros de combate. Esta corrente política podia chamar- -se de “Neymarismo”, pois consiste em cair, rebolar, chiar, gritar e gemer, durante 90 minutos, pedindo para que o árbitro assinale falta a seu favor, tudo valendo menos jogar futebol! Bula-Bula já tinha topado a cena e até já tinha comentado com alguns amigos portugueses sobre o teatro de sombras do André Ventura, o líder do Chega, de quem Venâncio Mondlane parece inspirar-se na barulheira.

Os amigos portugueses de Bula-Bula, que nunca tinham equacionado o “pi ying xi” nas coisas que o André fazia, ou dizia fazer, finalmente acordaram para o teatro de sombras, essa arte inventada pelos chineses, quando o Venâncio do Chiado apareceu num vídeo com a cara exageradamente franzida de esforço, debaixo do que parecia ser uma chuva torrencial, carregando umas paletazinhas de água para as vítimas das enxurradas – que também lá existem, ao contrário do que pensa o nosso Venâncio – e para tornar tudo mais dramático, foi descobrir-se que a intensidade da chuva foi editada com recurso à Inteligência Artificial…Leia mais…

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