TEXTO DE REGINALDO CUMBANA
Depois de pouco mais de sete longos anos de reclusão, a conhecida cantora moçambicana Ancha Cuchuaio goza de liberdade condicional desde o dia 28 de Novembro último, segundo revelou, em exclusivo, ao domingo.
“Quando fui detida, o meu caso circulou pela imprensa nacional e estrangeira, razão pela qual acho justo que se informe às pessoas que já estou a gozar de liberdade condicional, dois anos antes do período previsto na sentença”, disse.
Lembram-se dela? Pelo sim ou pelo não, vale a pena dizer que Ancha Júlio Cuchuaio é aquela mulher de estatura baixa e dona duma voz gutural, que em meados da década de 2000 apareceu de chofre no cenário musical e surpreendeu os amantes da música ligeira moçambicana com “Amar é tão bom!”.
O tema conquistou corações e a catapultou para os píncaros da fama. Em última instância, abriu-lhe portas para actuações em Portugal, onde acabou se radicando até aos dias que correm, já lá vão não poucos 20 anos.
DA BONANÇA À TEMPESTADE
A sua vida musical em Maputo já estava em escalada. Com actuações regulares e prémios conquistados, Ancha era um nome incontornável na música jovem, pelo que a Interpass, um grupo português, se curvou às suas excepcionais qualidades vocais e ofereceu-lhe um contrato para actuar em hotéis. Leia mais…

