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EDUCAÇÃO: UEM coloca 924 técnicos no mercado

Por admin

A Universidade Eduardo Mondlane (UEM) lançou, na última sexta-feira, em Maputo, um total de 924 técnicos recém-formados para o mercado de emprego, dos quais 838 são licenciados, 79 mestres e seis professores-doutores.

Combatemos um bom combate, completamos a corrida e com perseverança, estudos e fé, alcançámos o nosso objectivo”, foi com essas palavras, carregadas de energia bíblica (Timóteo 4:6-8), que Mário Teixeira, estudante, iniciou a mensagem dos graduados.

Segundo Mário Teixeira, o culminar da formação foi o resultado de esforço que se traduz na realização de um sono ou plano de vida de cada um, uma conquista que exigiu determinação, entrega e mais empenho à causa. “Exemplo disso são dias e noites mal passados, hábitos de vida modificados, banhos de chuva, sol e frio a caminho da escola”, disse.

São estas e outras adversidades que tornaram valentes aqueles estudantes e fê-los acreditar que o fácil está ao alcance de todos e o difícil é um desafio dos fortes e determinados.

Os recém-formados estão cientes dos desafios a que estão expostos, sobretudo, a implementação dos conhecimentos adquiridos ao longo da formação académica ao serviço da sociedade em diversas áreas de vida.

Durante a cerimónia de graduação, foram galardoados os melhores estudantes dos cursos de Economia, Direito, Medicina, Engenharia Mecânica e Electrónica, entre outros.

O representante do Ministério de Ciências e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico-Profissional (MCTESTP), Jamisse Taimo, disse que aquela instituição está a apetrechar bibliotecas das instituições do ensino superior, com equipamento modernos, para responder de forma concreta ao dinamismo do ensino superior no país.

Foi-nos disponibilizado um financiamento através do Fundo de Desenvolvimento Institucional e o Fundo Nacional de Investigação. O MCTESTP está a trabalhar para a revisão da lei do ensino superior e também a implementação do Sistema Nacional de Avaliação que vai regulamentar o funcionamento das instituições dos ensinos superiores”, assegurou.

Orlando Quilambo, reitor da UEM, garantiu que os reajustamentos que se fazem aos currículos são exemplos concretos de que a UEM se preocupa com a qualidade de ensino.

O reitor espera que os anos que os estudantes ora graduados passaram na universidade se reflictam no engajamento na vida profissional. “Não podem esperar mudar o mundo sozinhos, mas se cada um fizer a sua parte, certamente que se vai reflectir nas comunidades”.

De acordo com Quilambo, a UEM continuará a garantir a formação de quadros com valores éticos, morais, políticos, social e cultural com base em soluções pensadas e implementadas internamente.

Texto de Idnórcio Muchanga
idnorcio.muchanga@snoticias.co.mz

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