O Presidente da República, Daniel Chapo, reiterou ontem, em Sofala, que o ensino básico é gratuito no país, razão pela qual ninguém deve ser obrigado a contribuir para uma determinada intervenção num estabelecimento de ensino.
No entanto, clarificou que as pessoas podem, de forma voluntária, ajudar, por exemplo, na reabilitação, entre várias actividades desenvolvidas na escola. Sublinhou que a gratuitidade não anula a solidariedade, compaixão e o amor ao próximo, valores que devem fazer parte do dia-a-dia da população moçambicana.
O Chefe do Estado fez estas considerações diante dos pais e encarregados de educação, que testemunharam a inauguração da Escola Secundária de Nhamatanda, a maior pública do país. Construída de raiz, tem 36 salas de aula, campos de jogos, salas de informática, laboratórios, espaços verdes, entre outros locais.
Explicou que os conselhos de escolas, criados pelos pais e encarregados de educação em todo o território nacional, têm a liberdade de se reunir para discutir o funcionamento dos estabelecimentos de ensino, sem a interferência do Estado, Governo, bem como da direcção da escola.
“A escola que acabamos de inaugurar tem computadores na sala de informática, se não guarnecermos vão desaparecer. E isso será prejudicial para milhares de crianças que vão passar neste estabelecimento e à nação inteira, porque aquele computador é um bem público, pertence a todos nós”, apelou.
Ainda em Sofala, o Chefe do Estado inaugurou a Escola Básica de Esturro, construída de raiz, na cidade da Beira. Entregou, igualmente, a Escola Secundária de Manga, tendo destacado que as infra-estruturas representam a escolha estratégica de que é na escola onde se prepara o destino colectivo do país. Leia mais…

