TEXTO DE BERNARDO JEQUETE
O sector da Educação na província de Manica está a repor parte das infra-estruturas escolares destruídas pelas chuvas e ventos fortes que têm estado a assolar a província desde Dezembro passado, com vista a assegurar o arranque do ano lectivo.
De acordo com o director provincial de Educação, Tiago Chingore, apesar das adversidades, o sector está a criar condições para que os alunos tenham aulas em espaços condignos.
O trabalho em curso conta com o apoio do Instituto Nacional de Gestão de Riscos e Desastres (INGD) e parceiros do sector da Educação, que disponibilizaram tendas e chapas de zinco, entre outros materiais de construção e didácticos.
No que concerne às matrículas, a fonte salientou que ainda não foi alcançada a meta em 100 por cento de inscrição de novos ingressos. Explicou que até ao momento, as taxas apresentam números ainda abaixo do nível desejado, com 88,6 por cento para a 1ª classe, 76 por cento para a 7ª classe, 75 por cento para a 10ª classe e 72 por cento na 11ª classe.
“De uma forma geral, esperamos que nestes últimos dias haja uma afluência massiva dos pais e encarregados de educação para matricular os seus filhos. Apelamos para que não esperem, pois não se paga nada mas matrículas da 1ª à 9ª classes”, disse.
Manica deve matricular 149.887 alunos e, relativamente ao ensino à distância, o director provincial adiantou que há um projecto em curso destinado a equipar mais salas de aula com material informático, que tem em vista melhorar o processo de ensino e aprendizagem e superar as dificuldades enfrentadas pelos alunos que frequentam este subsistema.

