O vice-presidente do Instituto Nacional de Gestão de Riscos e Desastres (INGD), Belém Monteiro, assegurou que está entidade vai dar respostas às preocupações apresentadas pela população que foi afectada pelas chuvas e ventos fortes na província de Manica desde Dezembro último.
Falando hoje, no final da visita de monitoria aos distritos de Machaze e Sussundenga, Monteiro disse estar satisfeito com o trabalho de prevenção feito a nível local, o qual permitiu que as comunidades estivessem informadas sobre a ocorrência dos eventos, facto que ajudou a reduzir o impacto nas suas vidas.
Apesar disso, sublinhou que houve impactos nas infra-struturas públicas e privadas, e, sobretudo, na agricultura, pelo que o desafio é buscar sementes para a retoma da produção quando for declarado o fim da época chuvosa e ciclónica.
Adiante, apontou para a necessidade de, rapidamente, se encontrar uma nova forma de construir as casas para evitar que estas desabem ao menor sopro de vento.
Em relação às escolas e salas de aula, Belém Monteiro indicou que serão tomadas medidas de emergência para que as aulas iniciem na próxima semana, ao mesmo tempo que se buscam sementes que são a principal questão colocada pelas comunidades.
“As chuvas e ventos foram de grande magnitude e ultrapassaram a capacidade de as populações gerirem sozinhas”, disse.

