O país registou, no ano passado, um decréscimo de 16 por cento nas exportações de produtos pesqueiros, ao atingir cerca de 8 mil toneladas contra 10 mil toneladas quando comparado com o ano de 2024.
Esta redução, segundo dados do Instituto Nacional de Inspecção do Pescado (INIP), foi influenciada, entre outros factores, pelas restrições de entrada de alguns produto no mercado chinês, problemas para colocação de peixe nos mercados tradicionais e dificuldades para aceder a novos pontos de venda.
A inibição do mercado chinês deveu-se a falta da assinatura de protocolo, que garante a entrada de produtos nacionais naquele país à luz de cooperação comercial bilateral.
Outra situação que contribuiu foi a baixa disponibilidade de algumas espécies para a exportação por causa da escassez na sequência de mudanças climáticas que reduzem os níveis de água do rio Zambeze, precipitando deste modo a turbidez e dificultando a prática da pesca.
Este cenário poderá agravar- -se este ano, uma vez que o Governo espera uma estagnação na actividade de pesca, com um crescimento residual de 0,3 por cento nas capturas, para 549 mil toneladas, liderada pelo sector artesanal.Leia mais…

